1n7r Rev. Jose Magalhaes Furtado

Independência ou morte!

Rev. José Magalhães Furtado

Quando o Senhor restaurou a sorte de Sião, ficamos como quem sonha. Então, a nossa boca se encheu de riso, e a nossa língua, de júbilo; então se dizia entre as nações: Grandes coisas o Senhor tem feito por eles. Com efeito, grandes coisas fez o Senhor por nós; por isso, estamos alegres. Restaura, Senhor, a nossa sorte, como as torrentes no Neguebe. Os que semeiam com lágrimas com júbilo ceifarão. Quem sai andando e chorando, enquanto semeia, voltará com júbilo, trazendo os seus feixes.” Salmo 126

A comemoração da independência brasileira, nos dá oportunidade de correlacionar a independência política, com a independência financeira, independência social, independência espiritual, entre outras.

O que vem a ser dependência: Estar sujeito ou subordinado, estar sob o domínio, autoridade, influencia ou arbítrio de outra pessoa, ou poder, define o dicionário. .

A independência é algo desejado por quem quer autonomia, e a
capacidade de gerir seu próprio destino, por essa causa a independência do Brasil se fez necessária, e o ato proclamatório em São Paulo e posteriormente na Bahia em 2 de julho de 1823, separou o Brasil de Portugal. De forma parecida buscamos por muitos anos a nossa independência do FMI (Fundo Monetário Internacional), que corroia as nossas finanças. Nos temos libertado de endemias como a malária, a febre amarela , de ser produtor unicamente de produtos primários e do subdesenvolvimento, mas precisamos avançar.

I – Independência para a vida ou dependência para a morte

Existe uma independência, que o povo brasileiro precisa buscar com toda a sua força que é a independência do pecado,dos vícios, das práticas que conspiram contra o bem estar do corpo, da alma e do espírito.

O Salmo 137 relata sobre a ida dos hebreus para o exílio, a escravidão, a dependência completa de uma nação que ganhou pela guerra o direito de interferir na vida, liberdade, vontades de um outro povo. Relato dramático, triste, de quem se deixou vencer. O salmo é como um canto fúnebre de uma nação outrora jubilosa e agora envergonhada pelo exílio em solo estrangeiro. Pendurem as nossas harpas dizem eles, não podemos cantar nessa situação, como podemos esquecer de Jerusalém.

II – Independência que traz alegria e vida

Já o Salmo 126 fala da alegria produzida pela libertação, felicidade de ver que a tristeza, o luto, a depressão ficaram para trás. Parece que é um sonho do qual não queremos acordar, um tipo de felicidade que queremos que todo mundo sinta, que todos a tenham. Quando o Senhor restaurou a sorte de Sião, cantavam alegremente, ficamos como quem sonha.

Independência deveria ser sinônimo de felicidade, de mesa farta, de filhos obedientes em torno da mesa dos pais. Independência deveria ser o motivo principal do trabalho diário do trabalhador, para chegar em um momento quando poderia descansar do seu trabalho e viver seus derradeiros dias com tranqüilidade. Independência deveria ser assemelhada à capacidade de viver com liberdade, indo e vindo em qualquer horário do dia ou da noite.

Independência deveria ser o direito de se ver os filhos de seus filhos, de não morrer cedo ou doente, de não contrair dívidas que não pudessem ser pagas. Independência deveria ser uma oportunidade de vivermos bem com todas as pessoas; as próximas ou as distantes, em perfeita harmonia e concordância.

III- Independência espiritual que interfere positivamente no ser integral

A maior dependência negativa que o ser humano tem cultivado, é a dependência ao pecado. Por essa causa os filhos saem de casa zangados, os irmãos deixam a igreja magoados, o casal vive aparentemente junto, mas separado pelas idéias, concepções, jeitos de ver a vida etc. Por essa causa há tanta criança abandonada nas ruas e dentro de casa, e também há tanto ajuntamento e não tantos casamentos.

Conhecerás a verdade e a verdade te libertará (João 8.32), só Jesus pode libertar as pessoas do jugo do pecado, da escravidão dos costumes, da dependência exagerada do outro, só Jesus pode mudar o nosso choro em riso.

Jesus quer contar conosco, fazer-nos agentes de libertação, promotores da independência, facilitadores de uma vida sem males, agregadores de família, conselheiros dos jovens, cuidadores espirituais dos idosos. Deus quer contar conosco para a maior independência que esse mundo já viu; independência total e irrestrita do pecado. Se todos conhecerem a verdade, teremos a maior sucessão de independência de toda história. Homem e mulheres que terão retiradas as suas correntes, algemas que aprisionavam, mas que serão quebradas. Multidões que se tornarão independentes do tóxico, do sexo ilícito e do pecado mais comum; é tempo de independência. Independência ou morte!

IV – Conclusão

Em 1994 com o apartheid, multidões de pessoas foram abençoadas na África do Sul, mas ainda existem restrições sociais, políticas e espirituais, que precisam serem quebradas, desfeitas em várias partes do planeta, e o povo de Deus tem sido convocado para curar enfermos, ressuscitar mortos, abris as vistas dos cegos e anunciar o tempo de salvação.poderemos ser capazes de em nome de Deus sair por aí proclamando a libertação, a independência das pessoas do pecado que as separava de Deus.Poderemos agregar pessoas, treiná-las, animá-las e enviá-las a fazerem discípulos de todas as nações, batizando-as em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo, pois esse é o tempo de Independência ou morte !

Rev. José Magalhães Furtado

Vários cristos, mas só Um salvador, vários deuses, mas só um Todo Poderoso!

Rev. José Magalhães Furtado

Tendo cancelado o escrito da dívida, que era contra nós e que constava de ordenanças, o qual nos era prejudicial, removeu-o inteiramente cravando-o na cruz; e, despojando os principados e as potestades, publicamente os expôs ao desprezo, triunfando deles na cruz.” Cl 3.14-15

A cidade é sem dúvida nenhuma o lugar das maiores batalhas espirituais, seja o Rio de Janeiro, Calcutá, Durbã ou Guatemala. Todas as cidades tem seus deuses protetores, manifestam a sua religiosidade, vivem em torno de suas crenças.

È impossível não constatar que existe um poder maligno por trás de toda jogatina, prostituição e vício na cidade de Las Vegas. Ou acreditar que não existe nenhuma correlação espiritual que tem unido o carnaval , à prostituição, violência, e a corrupção na cidade do Rio de Janeiro; e a cidade de Salvador com a sua multidão de deuses, e festas em todos os dias do ano, com certeza uma potestade espiritual, sustenta e fortalece a cidade, o ano inteiro.

È preciso reconstruir a cidade, da mesma maneira que Neemias, precisamos chorar pela cidade, jejuar pela cidade, nos quebrantar pela cidade e implorar a misericórdia do Senhor pelo espaço geográfico que escolhemos para viver, e também pelos demais.

Neemias e Esdras tiveram muita dificuldade em tomar as dores da cidade, como suas. Estar perto, andar pelas ruas, observar a situação das pessoas, e ter um plano para a recuperação da cidade. Às vezes isso inclui, toda sorte de embargo, provocações, e violência, mas quem coloca a mão no arado não pode olhar para trás.

Precisamos de Deus para reconstruir a cidade, como encontrá-lo ? O profeta Isaias assegura que é Deus que está a nossa procura: “A quem enviarei, e quem há de ir por nós? Disse eu: Eis-me aqui, envia-me a mim. Is 6.8 Se Deus nos procura se obedientes queremos encontrá-lo, isso acontecerá.

Antes de endireitar a cidade, precisamos primeiro corrigir a nossa vida, restaurar o altar, apresentar o holocausto, acender o fogo. Entrar no Santo dos Santos, nunca foi tão indispensável como nos dias de hoje. Ver o Senhor face a face e ouvir a sua voz e orientação, é premissa norteadora de não se afastar do rumo proposto.

Muita coisa precisa ser feita, e cada um pode fazer um pouco, na mesma direção, debaixo da mesma autoridade, para que o todo se complete. Se na partida de futebol cada um jogar como quizer, o resultado será desastroso, imagine na Igreja!

Abrão saiu de Ur dos Caldeus para fazer a sua parte, Moisés subiu o Monte para saber qual era a parte dele, Elias ordenou que chovesse e noutro momento caísse fogo do céu, Ester intercedeu ao rei Assuero autorização para que os judeus pudessem se defender dos seus inimigos, Davi transformou um bando de pessoas em uma nação, Salomão edificou um templo majestoso. Qual é a sua tarefa na reconstrução da cidade ?

Jesus na cruz com o seu sacrifício, cancelou a nossa dívida contraída com o “adversário” nos deixando livres, despojou principados e potestades, expondo-os ao desprezo. Se propôs encher-nos com o Espírito Santo, nos dotar de dons espirituais para capacitar-nos e encorajar-nos para a luta.

Então ficou fácil cumprir a grande comissão: Ir a todo mundo e pregar

o evangelho a cada criatura, também curar os enfermos e expulsar o demônio. Dar de graça o que de graça recebemos e esperar a premiação que todo vitorioso receberá.

Toda cidade deverá ser re-conquistada para o Senhor, todo povoado deverá ser abalado pelo anúncio da nova vida em Cristo Jesus. Toda rua precisará ser devolvida ao seu verdadeiro dono, para que as festas sejam momentos de adoração ao Senhor e não exaltação ao inferno.

Rev. José Magalhães Furtado

AS TORRES NOSSAS DE CADA DIA.

E, saindo ele do templo, disse-lhe um dos discípulos: Mestre, olha que pedras e que edifícios! E, respondendo Jesus, disse-lhes: Vês estes grandes edifícios ! Não ficará pedra sobre pedra que não seja derribada.” Mc 13.1-2

No dia onze de setembro de dois mil e um,terça feira, pela parte da manhã, eu estava na Sede Regional na reunião da Coream, quando o bispo recebe um telefone e diz: Dois aviões foram lançados sobre as “Torres Gêmeas” em Nova York, e um sobre o Pentágono em Washington; a reunião acaba nesse momento, não há mais nada a falar ou a dizer, é momento de orar e ligar para algum conhecido que estivesse perto desses locais.

Comecei a ligar para a minha filha Cintia, que dirigira no dia anterior 14 horas do Mississipe até Washington e tinha ligado para gente dizendo que chegara bem, estava bem perto do Pentágono, descansaria na terça e na quarta feira começaria seu estágio de jornalismo num jornal da cidade. Horas de apreensão e oração até que ela consegue ligar para mim, falando da tragédia que ela viu da janela do apartamento, naquela fatídica manhã do 11 de setembro.

Passaram-se dez anos, e aqui estamos nós administrando nossas memórias; lembrando-nos dos três mil mortos da tragédia, das famílias desfeitas pelo terrorismo, das cidades dilaceradas, do mundo que nunca mais foi o mesmo, das guerras desnecessárias de todo dia , de Bin Laden, e de outros idealistas que perderam o rumo.

Temos uma estranha mania de perenizar tudo, de super valorizar o transitório e esquecer o perene, o que permanece. O discípulo está deslumbrado com a grande obra de construção que o homem pode fazer, Jesus está preocupado com a grande obra de redenção que está por ser feita; tudo o mais passará: templos, prédios, costumes, beleza, riqueza; então é melhor guardar o tesouro do céu, e não somente investir nos tesouros da terra.

Em nossa vida, em muitas situações olhamos para o passado, e dizemos como o jovem rico da parábola: Alma come, bebe, regala-te, tens em tesouro muitos bens. Ou nos orgulhamos da reputação que construímos, da educação que demos aos filhos, do patrimônio econômico financeiro que deixaremos para os herdeiros, da coleção de selos que por trinta anos ocupou a nossa atenção, etc.

Não ficará pedra sobre pedra, não ficará vestígio da civilização, não restará nada que cause orgulho extremo , as pedras da vaidade cairão, também as da violência, do apego exagerado as coisas desse mundo, a super valorizada cultura do corpo, as diferenças étnicas, culturais, comportamentais, de classe, tudo passará.

Mais cedo ou mais tarde, todos estaremos diante do “Altíssimo”, e seremos julgados, mais pelo que fomos, do que pelo que fizemos. E não haverá nada que o pai ou a mãe possa fazer por nós, não haverá nada que possamos fazer naquele momento, o que tínhamos de fazer ou não, já estará feito; então se seguirá o “Juízo final”, cada um dará conta de si mesmo a Deus.

Nesses dias, de reflexão e dor, que a inspiração pelo exemplo de Jesus, nos anime a valorizar o outro, a não levar a vida tão a sério, a perdoar o máximo possível, a ligar de vez em quando para alguém que já tenha sido seu amigo, só para dizer que está sentindo saudade, e sobretudo, ajudar o máximo possível de pessoas a conhecerem a Jesus e a serem salvos por ele; porque não ficará pedra sobre pedra, que não venha a ser derrubada, no final só restará o amor, que deveremos amar uns aos outros.

Pr. José Magalhães Furtado

A evangelização na segunda década do século XXI

Rev. José Magalhães Furtado

Jesus percorria toda a Galiléia, ensinando nas sinagogas, pregando o evangelho do Reino e curando toda a sorte de doenças e enfermidades entre o povo.” Mt 4. 23

Uma das conferencias mais provocativas do Concilio Mundial do Metodismo em Durbã, na África do Sul, se deu em torno do que fazer com as igrejas européias vazias, e imigrantes ilegais aos montes na Europa.

Formamos nosso grupo com brasileiros para discutir essa sofrida realidade. Alguns que tinham passado recentemente pelo “velho continente”, falavam de Catedrais Metodistas na Inglaterra freqüentada por 13 pessoas,

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ou algumas na Alemanha cuja assistência não passava de dez pessoas.

Muitas propostas foram apresentadas para posterior análise da comissão responsável pela área; mas o que mais me inquietou é que esse esvaziamento é um retrato de um afastamento de Deus pela igreja, que não foi percebido, nem corrigido.

Não nos preocuparmos com a unidade, não valorizarmos o outro, ignorarmos a advertência da não conformação com o presente século, que nos transformassemos pela renovação de nossa mente, para que experimentássemos a boa agradável e perfeita vontade de Deus, foram algumas das raízes da tragédia européia.

O evangelho de Mateus testemunha que Jesus percorria por toda a Galiléia, em busca das pessoas; ensinando, curando e pregando o evangelho do Reino. Era comum para Jesus percorrer 70 km para ganhar uma preciosa vida para o Reino de Deus. Discipular essa pessoa, sarar o corpo e a alma e incentivá-la a anunciar adiante o que Deus fizera na sua vida pessoal, era um ideal que tinha que ser seguido.

Entendo que sem o Pentecoste a igreja teria permanecido de portas fechadas, receosa do que lhe pudesse acontecer. Com o Pentecoste abriram as portas, saíram para as ruas , praças ,e colheram frutos aos milhares; mesmo com a perseguição que apareceu e com as vidas dos mártires ceifadas impunemente.

Uma de nossas literaturas, compartilhou recentemente o depoimento de um velho chinês convertido ao evangelho, trazido aos Estados Unidos para conhecer a igreja americana; ele disse: O que me causa admiração, é a quantidade de coisas que vocês podem fazer sem o Espírito Santo.

“Houve um tempo em que o alarido vindo do púlpito em Nova York, fazia bares e meretrícios fecharem as portas; na Inglaterra governos podiam ser derrubados pela voz dos grandes pregadores não conformistas”, mas esse quadro infelizmente mudou.

Ainda com as complicações geradas pelas festas de rua no Jacarezinho, em Parque União, e em outros lugares na mente, constato que a pregação e o testemunho, ganharam muitos concorrentes: Rádio e Televisão que levam o entretenimento e até a pregação para as casas, facilitando a não ida aos santuários; a violência das ruas que torna as pessoas mais temerosas de saírem principalmente à noite,o lazer disponível nas residências como um incentivador a não ida aos cultos e o comodismo.

Mas os profetas bíblicos anunciaram um tempo da renovação da esperança, pois um broto iria nascer da árvore caída (Is 11.1s), fazendo com que o lobo habitasse com o cordeiro, e a ursa convivesse com a vaca em harmonia, porque a terra se encheria do conhecimento do Senhor, como as águas cobrem o mar.

O evangelismo sob a direção do Espírito Santo, será a ferramenta mais notável da conquista de gerações; a implementação de grupos pequenos, o meio mais eficaz de promover a fraternidade,crescimento e o ensino. A ousadia por conquistar territórios da mão do “adversário”, a mais sublime missão para os Metodistas do século XXI.

Rev. José Magalhães Furtado

Eu fui ao Concilio Mundial do Metodismo, na África do Sul

Rev. José Magalhães Furtado

De dois a oito de agosto de dois mil e onze, em Durban, África do Sul, realizou-se o 20º Concilio Mundial do Metodismo. Participaram do evento 77 igrejas, representando 135 países onde a Igreja Metodista está instalada, perfazendo um total de 1850 delegados membros do Concilio Mundial. O 20º Concilio Mundial Metodista teve como agenda debater a Constituição, eleger a nova Diretoria do Conclave, fazer a recepção como membros do Concilio Mundial das novas igrejas da Gâmbia, Nepal e Tanzânia; e traçar estratégias mundiais dentro do tema: Jesus Cristo para a cura das nações.

No ICC (Centro de Convenções Internacional) em Durban, realizaram-se as conferencias e seminários com as seguintes temáticas: A campanha Metodista pelo fim da fome no mundo; o Diálogo e relacionamento ecumênico; Educação Metodista na África do Sul; O povo chamado Metodista em movimento hoje; Fé e família: orando juntos; Cura das memórias; A pós moderna hinologia Metodista; Um passeio pelo Metodismo histórico nos arredores de Durban; A questão da imigração clandestina e a situação das igrejas quase fechadas na Europa.

Com a participação em torno de 4000 delegados, a Conferencia foi organizada permitindo a participação nos painéis do grande auditório, bem como dos seminários nas salas do anexo do ICC.

O modelo de eleição da nova diretoria do Concilio Mundial se deu por chapa, somente uma foi inscrita, encabeçada pelo Bispo Paulo Tarso de Oliveira Lockmann (Brasil), na presidência; Bispa Sarah Francis Davis (Jamaica) na Vice presidência, Bispo Ivan Abrahams (África do Sul) como secretário Geral e Kirby Hickey (EUA) na tesouraria. A expressiva maioria de votos, deu vitória à chapa, tendo os eleitos sido empossados no culto do dia 08.08.2011, onde o Bispo Paulo Tarso de Oliveira Lockmann, primeiro sul americano a presidir o Concilio Mundial do Metodismo, leu o seu sermão em inglês, baseado em João 4.

A eleição desta nova diretoria do Concilio Mundial do Metodismo, aponta para a revitalização da Igreja, alternância de poder e sobretudo pela oportunidade de dar vez a áreas do metodismo, que sempre foram colocadas num segundo ou terceiro plano; no entanto dão mostra de vitalidade, e desejo de propor que vivamos coletivamente um dinamismo que ficou relegado a tempos passados. Um Bispo do Brasil, uma Bispa da Jamaica e outro da África do Sul, sinalizam profundas mudanças que poderão acontecer.

A participação dos Corais das Universidades Metodistas da África do Sul, com seus tambores, seu canto, suas danças, nos fizeram lembrar que estávamos na África, a terra da música e da dança. Cantando e dançando somente com tambores ou com pianos e demais instrumentos ocidentais, a unção era a mesma. Dava gosto ouvir a sonoridade cantada nas línguas africanas sem tradução, dava para perceber que até Deus se agradara desses louvores tão puros, tão sinceros; como disse um bispo africano: Aqui sempre temos uma canção e uma oração para cada momento; paras os momentos de alegria, ou para os momentos de tristeza. Para os momentos de euforia ou calma, adoração ou queixa; sempre temos uma canção e uma oração para cada momento aqui na África.

Mais de trinta Metodistas do Brasil, participaram com alegria, desse 20º Concilio Mundial Metodista, que pode vir a ser, o mais importante Concilio Mundial de nossas vidas.

II – A África do Sul onde o Concilio Mundial do Metodismo aconteceu

A República da África do Sul, onde aconteceu o Concilio Mundial do Metodismo, está situada no extremo sul da África. É uma democracia parlamentar constitucional na forma de república, com onze línguas oficiais, incluídas o inglês sul africano, e o africâner. 25% da população está desempregada, e vive com menos de US$1,25 por dia. Os postos de atendimento de saúde, não conseguem dar conta da grande demanda de necessitados por serviços médicos da Saúde Pública, fazendo voltar para casa sem atendimento, centenas de mães e crianças igualmente enfermos.

Andando pelas cidades fica fácil observar as casas populares construída recentemente pelo poder público e concedida à população nos últimos meses, as residências mais acanhadas entregues à população mais necessitada no fim do apartheid, os condomínios luxuosos dos europeus e asiáticos, e as habitações de quatro metros quadrados, onde sobrevivem os pobres dos pobres. Nesse mosaico social ,as comunidades não atendidas(os mais pobres dos pobres) também estão lá, com as suas habitações precárias; barracões cujas paredes, divisórias e cobertura são de folha de alumínio ou telha galvanizada.

Na África do Sul,são 50 milhões de habitantes nas categorias, negro africano 79,3%; brancos 9,1%; colorados(mestiços) 9%; asiáticos 2,6%. O pais tem 3 capitais : Cidade do Cabo (Cape Town) Capital Legislativa; Pretoria Capital Administrativa; Bloemfontein Capital Judiciária.

A implementação de “Ações Afirmativas” , tem estimulado o aumento de riqueza econômica dos negros e o surgimento de uma classe média negra. Mas ainda há muito por fazer, sobretudo com investimentos e decisões políticas que faça ascender 30% da população mais desfavorecida, a degraus de subsistência digna.

A África do Sul ainda tem problemas graves a resolver como o combate à criminalidade, o enfrentamento ostensivo à corrupção, e programas efetivos que forneçam medicação e acompanhamento a atingidos pela AIDS (HIV), doença que se expande sorrateiramente pela população.

A questão da educação universal, para as faixas até 14 anos é diferenciada pela cor: Para os brancos , o ensino é obrigatório para crianças de 7 aos 16 anos.
Para os negros, o ensino é obrigatório para crianças dos 7 aos 11 anos.
A política de perpetuar o apartheid, fez diversas vítimas, entre elas Steve Biko e Nelson Mandela. Em 1990, ao final do encarceramento de 27 anos de Nelson Mandela, sua libertação passa a coincidir com o fim oficial do Apartheid na África do Sul.

Em 1994 o Congresso Nacional Africano(CNA) ganha as eleições e Nelson Mandela (Madiba) torna-se o primeiro negro presidente da República na África do Sul; e pelo quantitativo de eleitores negros tão cedo o poder político não passará para as mãos dos brancos; no entanto o poder econômico , está seguramente preservado nas mãos da minoria branca. Nos ministérios, somente o do Turismo tem um branco em seu comando. O atual presidente Jacob Zuma, do CNA partido de Mandela, desenvolve uma agressiva política de privatização, que causa muito debate e apreensão na África do Sul.

III- Baobab a árvore da cura dos africanos, é tambem a Logomarca do Concilio.

O Baobab ,(Adansônia gibbosa) foi a árvore escolhida como símbolo gráfico do Concilio Mundial, junto com a mensagem: Jesus Cristo cura para as nações.

Esta árvore é existentes na África, Austrália, Madagascar entre outros países. O Baobab, pode alcançar a altura de 22m, e para completar a sua circunferência, é necessário 40 homens adultos dando as mãos para abraça-la.

Essa planta é um verdadeiro ecosistema: aves ocupam os seus galhos e as brechas do tronco. Cobras e lagartos alimentam-se dos insetos que vivem na árvore, e por sua vez também servem de alimento para outros nessa cadeia alimentar.

Os

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elefantes apreciam comer as tiras da casca, com seu alto teor de fibra; as flores as quais aparecem no verão ajudando na polinização, são muito requisitadas para a preparação de flagrância para o banho. Os frutos assemelhados a um ovo, produzem sementes que são utilizadas como creme para o corpo.

A polpa dos frutos, com alto teor de vitamina C, é sempre misturado com água ou leite para tornar-se um refrescante suco. Utiliza-se também a polpa dos frutos com fins medicinais para combater a diarréia e a febre.

Desta utilíssima árvore pode-se produzir farinha de suas raízes, salada de suas folhas verdes mais tenras, como se fosse espinafre. Também se poderá torrar as sementes, que tem alto poder nutritivo, e bem tostadas serem moídas e usadas como se fossem substitutas das sementes de café.

IV – Nelson Mandela a grande figura da África do Sul

O grande nome da África do Sul, é Nelson Mandela, chamado de “Madiba” pelo seu povo, nascido em 18.08.1918 no pequeno vilarejo de Qunu, na região de Transkei da etnia Xhosa. Mandela nascido como um dos 13 filhos De Gadla Henry Mphakanyiswa, ou Henry Mandela, chefe da tribo dos Tembus; o menino foi chamado de Rolihlahla Mandela. Quando foi aos sete anos, estudar na escola da Igreja Metodista, a professora lhe deu o nome inglês de Nelson acrescido ao Rolihlahla Mandela.

Começou o seu curso de Direito na Universidade de Fort Hare, concluindo sua graduação na Universidade da África do Sul (UNISA) . Mandela aprimorou seus estudos na Universidade de Witwatersrand, em Johanesburgo, mas lhe foi negado pelo governo o direito de exercer a advocacia.

Juntamente com Oliver Tambo , passou a exercer clandestinamente o oficio de advogado em 1953, ajudando os mais necessitados. Como também se opôs ao regime do apartheid, que negava aos negros, mestiços e indianos, direitos políticos, sociais e econômicos. Uniu-se ao CNA (Congresso Nacional Africano) e militou nele até ser preso em 1962 devido a infiltração de agente da CIA no grupo de Mandela, cumprindo 27 anos de prisão.

Mandela foi casado por três vezes, na primeira com Evelyn Ntoko Mase que se divorciou dele em 1957 após treze anos de casamento, por não conseguir compatibilizar sua fé (Testemunha de Jeová) com a militância política de Mandela; tiveram quatro filhos dos quais só uma filha sobrevive.

Casou-se com Winnie Madikizela em 1958, com a qual teve duas filhas que permanecem vivas. Foram casados por 34 anos, mas por somente cinco anos viveram juntos, devido as inúmeras atividades de Mandela e os 27 anos de prisão. Divorciou-se de Winnie Mandela em 1996, devido a múltiplas acusações de enriquecimento ilícito de Winie e outras acusações.

Casou-se em 1998 com Graça Machel, ex-primeira dama de Moçambique, que se tornou a única mulher no mundo a se casar com dois presidentes: Samora Machel de Moçambique e Nelson Mandela da África do Sul.

Em fevereiro de 1990, Mandela foi solto, por ser impossível não atender o clamor internacional por sua soltura e pelo fim do apartheid na África do Sul tendo o então presidente Frederik de Klerk abolido o banimento do CNA e libertado Mandela. Mandela foi presidente do CNA de 1991 à 1997, e primeiro presidente negro da África do Sul de maio de 1994 à Junho de 1999. Mandela também foi o principal articulador do fim do apartheid , bem como comandou a transição entre o antigo e o novo regime, sendo a sua voz a maior trombeta em prol da reconciliação interna e externa na África do Sul.

Por conta da comemoração dos 93 anos de existência de Mandela, o sistema financeiro da Àfrica do Sul, espalhou outdoor pelas cidades com fotos de Nelson Mandela e netos, animando os pais a abrirem uma conta especial nos órgãos financeiros para os filhos e filhas, lembrando a propaganda que Nelson Mandela persistiu para alcançar os seus ideais, e que todos deveriam fazer o mesmo. Em junho de 2004 Mandela anunciou ao mundo que se afastaria da vida pública, mas assumiu como exceção, e com a mesma garra a guerra contra a AIDS, criando uma ONG chamada “46664”, que era o número de Mandela na prisão, para conscientizar as pessoas e lutar pela erradicação da AIDS na África do Sul.

V- Uma cidade chamada Soweto

Estar em Soweto, é a concretização de um sonho, conhecer a casa em que Winnie Mandela mora até hoje, a casa em que ela criou as filhas, enfrentou o apartheid e viveu com Mandela os cinco anos de convivência nessa união mais do que conturbada, e que se tornou um museu, com as fotos da trajetória do grande líder da África do Sul, seus diplomas, a foto do diploma que recebeu do “Premio Nobel da Paz”, os móveis que ainda restaram e as reproduções de outros que desapareceram com a contundência da vida.

As casas de Mandela, Winnie e do Bispo Desmond Tutu, estão no mesmo quarteirão, as ruas parecem uma feira ao ar livre, vende-se todo o tipo de lembrancinhas
que turista aprecia e souvenir para quem precisar. Paga-se com alegria para entrar no museu que era a antiga casa de Mandela, parte da história viva, da sociedade mundial. A luta de Mandela contra discriminação, a preservação que o povo fez da história de seus heróis, e o envolvimento das universidades, formando jovens que guardam de cor a história, e a contam para o visitantes os pormenores desses relato.

A história da África do Sul caminha para um desfecho favorável, e projeta um momento impar quando não houver mais miserável no pais, e esperamos que também em nenhuma parte do mundo, e que em breve tornar-se solidário voltará a ser uma grande virtude, para todas as pessoas, e em todo o mundo.

Em Soweto como um monumento estão imponente duas torres de energia atômicas obsoletas, funcionando atualmente como torre de “Jumpping”, mas que já geraram muita energia para mover o desenvolvimento do pais. O contraditório é que essa usina está tão perto da miséria e sem a capacidade de alterar positivamente a vida das pessoas, sem lhes trazer “mais valia”.

As modernas Usinas Atômicas, ficam bem perto do aeroporto, o que me causou constrangimento a localização escolhida, mas isso é uma outra história.

Soweto é uma cidade pobre, onde se pode observar que a miséria extrema, está limitada a um pequeno segmento da população, que fazem parte dos 30% de pessoas em pobreza extrema que precisam serem migrados para um degrau superior. Uma classe média pode ser avistada com suas casas de mais de um quarto, emprego, carro na garagem e crianças na escola. Um grupo intermediário aparenta estar lutando sempre para não descer o degrau e conviver com a necessidade extrema. O curioso é que nesse local absolutamente simples, está instalado o maior hospital público da África do Sul. Essa equação de aumentar a riqueza nacional, lutar conta a AIDS, criar na África do Sul uma grande classe média negra, é o grande desafio para o Presidente Jacob Zuma e esse governo em que se aposta na capacidade de melhorar as condições de vida dos mais afetados pela pobreza extrema e continuar crescendo e repartindo a riqueza.

VI- A África do Sul assume o seu lugar ao sol

Um novo país está surgindo, as savanas com boas vias de acesso estão sendo transformadas, está sendo criado um tapete verde formado pelas plantações de ervilha, mudando o panorama de sequidão desse imenso território. A mecanização agrícola está tomando conta das fazendas que são propriedade dos “africâner”, com produção de fruta em massa, colorindo o antigo ambiente cinzento e apontando para um tempo de prosperidade impar.

Como se ouve dizer nas ruas, os negros com o fim do apartheid, ganharam o poder político, mas o poder econômico continua preso nas mãos dos descendentes dos holandeses que colonizaram o pais.

Os hotéis estão cheios de negros hóspedes, bem como os restaurantes e o comércio em geral, o que é um sinal’’ de que a divisão da renda nacional está funcionado, mesmo que ainda possa atingir patamares mais significativos.

As minas de ouro que ficavam nos centros, foram deslocadas para o interior; da rodovia olhando de forma transversal, da prá ver pelo maquinário empregado e a quantidade de terra revolvida, tratar-se de mineração de ouro ou platina.

As minas de diamante não conseguimos ver uma sequer, mas elas estavam lá. Para quem tivesse dinheiro, comprar diamante em Johannesburgo, seria um excelente negócio, pela qualidade do diamante sul africano e pelos preços e descontos praticados pelas joalherias, verdadeiras fortalezas.

Em Johannesburgo não tem morros, é uma planície sem limite, repletas de condomínio de alto luxo, embaixadas, bairros de classe média e algumas favelas que nem a polícia entra, conglomerados paupérrimos como os retratados nos filmes sobre o massacre de Sharpeville em 1960, quando a policia atirou contra os manifestantes, incluindo adolescentes da Escola Pública ferindo centenas deles e matando 69 deles.

Durban é a maior cidade portuária da África do Sul, com sua costa banhada pelo Oceano Indico e Atlântico, e a extrema felicidade de poder ver tudo isso da janela do hotel. A economia informal, movimenta-se sem nenhum tipo de repressão, seja em frente a bonita orla, no porto de onde pode se pagar uma passagem para visitar a ilha das focas ou a dos pingüins.

Cape Town, onde é a residência oficial de Mandela, é também como Johannesburgo e Durban, uma cidade rica, muito movimentada pelo turismo. Ver o conjunto de montanhas denominadas “doze apóstolos” é de tirar o fôlego, mas para quem gostar de emoções fortes, a grande pedida é tomar banho nas praias visitadas por tubarões (sempre ficam dois vigias, um na orla e o outro num ponto elevado, ambos de binóculos, ao primeiro toque da corneta é sair da água e correr bastante). Ir ao Cabo da Boa Esperança, antigo Cabo das Tormentas onde Fernão Dias e Vasco da Gama navegaram, vendo o Oceano Indico e Atlântico se misturarem é também um evento imperdível. Agora subir no teleférico a mil metros de altura e de lá também ver a união dos dois oceanos é fantástico; a nota destoante é que todo ano cai da montanha algum turista buscando o melhor ângulo.

E isso sem falar nos safáris, onde se pode ver “os cinco grandes da África” bem de perto: Leão, Elefante, Rinoceronte, Leopardo e o Búfalo; além de girafas, gnus, impalas, javalis, crocodilos, avestruzes, macacos, antílopes, babuínos, gazela;ou na deliciosa comida sul africana, bem apimentada é verdade, mas farta e saborosa e no povo bonito e hospitaleiro nas ruas, nas feiras de artesanatos, nas Igrejas Metodistas sul africanas, no comércio em geral da África do Sul, sempre nos convidando a voltar ao seu país.

VII- Conclusão

A África é linda, berço das civilizações mais antigas, cenário do primeiro por do sol e da vida que se repete sem pressa; objeto do desejo dos invasores, que levaram suas riquezas, oprimiram o seu povo e estão acabando com o futuro. África das naus que levaram os escravos para enriquecerem outras nações, África onde a AIDS (HIV), chegou como encomenda, para exterminar multidões, África onde as crianças e os adultos morrem de fome ou doença e ninguém se comove mais. África da Somália, do elegante Egito, dos Massais, dos Zulus, dos religiosos nigerianos, e dos pigmeus. África origem do Universo e talvez quem sabe, a crônica da morte anunciada do planeta. Oremos pela África, enquanto a África ora por nós. Quem sabe ainda haja esperança !

Rev. José Magalhães Furtado

Fontes: Cadernos do 20º Concilio Mundial Metodista
Aventuras na História- Ed. Abril.
Informes do Museu Nelson Mandela
Pesquisa de rua na Àfrica

Quando terminará de fato as explosões de bueiros no Rio de Janeiro?

Rev. José Magalhães Furtado

O subsolo das grandes cidades brasileiras, deveriam merecer o mesmo cuidado dedicado ao subsolo de Paris; que tem monitorado todas as suas galerias de esgoto, só para exemplificar; podendo num desvio mecânico nessas redes, localizar e recuperar um anel que tendo caído num ralo de determinado hotel, tenha sido lançado numa das redes secundárias de esgotos que servem à “cidade

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luz”.

No subsolo do centro da cidade do Rio de Janeiro, convivem em completa desarmonia, canalizações diversas, desde dutos telefônicos, redes elétricas, tubulação de gás, bem como o óleo e a gasolina que fogem de seus redutos naturais, encontrando abrigo e forma de escoamento nessa mal cuidada rede subterrânea, formada de caixas e dutos espalhada nos sub solos da cidade .

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As primeiras vítimas dessa falta de coordenação técnica, são os trabalhadores das prestadoras de serviço, que ao executarem as tarefas do dia a dia, confrontam-se com elementos estranhos à sua qualificação técnica; quer seja a presença de gás junto à rede elétrica, esgoto junto à rede de telecomunicações ou outras misturas ainda mais explosivas.

As demais vítimas, são as pessoas e veículos que transitam pelas ruas e avenidas da metrópole, e que desinformados do perigo que pode vir a acontecer, são surpreendidos com explosões, tampa de bueiros lançados à distancia, fogo que se propaga sem nenhum aviso, e perigo à vida humana desencadeado involuntariamente, mas de conseqüências imprevisíveis.

Redes interdependentes, servidas por caixas subterrâneas em posições diversificadas nos arruamentos, impedindo intercomunicação das prestadoras de serviço nas mesmas caixas subterrâneas, com monitoramento do “poder público”, salvaguardando a integridade física, permitindo o perfeito funcionamento da prestação de serviço, garantidos pela concessão do estado,e com o menor risco possível, é uma obrigação que deve ser cobrada e exigida das concessionárias do serviço público cariocas.

Quando isso acontecer, as explosões serão coisa do passado, de triste memória, diante do planejamento ordeiro de cada cidade; em caso contrário, nos acostumemos às explosões e ao descaso à população que transita pelas ruas, inconsciente que se movimenta sobre uma verdadeira bomba relógio. Prevenir é melhor que remediar, e isso as concessionárias diversas, o poder público, o Ministério Público, e a sociedade organizada como um todo, tem o dever de fazer acontecer, e rápido !

Rev. José Magalhães Furtado

A favor de Jesus e contra a corrupção !

Rev. José Magalhães Furtado

Em torno dos anos sessenta, se dizia em alto e bom som: O crente não se mete em política. Passado algumas décadas, estamos envolvidos na política até o pescoço, inclusive na política partidária ; o que ocorre é que alguns evangélicos estão sendo uma boa referência de integridade, ética e responsabilidade para com os compromissos assumidos na posse; no entanto outros estão deixando a desejar, como foi o caso do evangélico no Distrito Federal, flagrado orando agradecido pelo dinheiro oriundo da corrupção, que acabara de receber sem nenhum pudor; da mesma fonte dos que colocaram o dinheiro na meia, na bolsa e na cueca.

Entretanto, a farra pelo dinheiro ilícito, também pode ser comprovada, nas denúncias de obras contratadas do PAC, nas licitações dos estados e municípios, e em quase todos os processos de contratação de serviços, nas esferas públicas e privadas; entendendo-se nessa linha de raciocínio que só existe corrompido, porque existe o corruptor e vice e versa.

A corrupção é uma praga, que está espalhada pelo mundo. Nos países desenvolvidos inclusive, há um percentual admissível de corrupção, e eles mesmos falando dos países em desenvolvimento como o Brasil, asseguram, que aqui a corrupção passou dos limites, como se fosse possível ter um limite de improbidade, de indecência, de imoralidade, de desvio de verbas aceitos moralmente.

A corrupção precisa ser combatida nas várias esferas da vida brasileira, varrida para longe das nossas crianças, para que não cresçam nesse ambiente nocivo, vindo a praticar as mesmas ações que tenham visto no cotidiano.

O Partido dos Trabalhadores, o “PT”, que encantou as multidões de deserdados da esperança, com o discurso de “vestal”, ou seja, não rouba, nem deixa roubar. Não demorou muito tempo após ocupar o “poder central”, para também estar envolvido nas mesmas mazelas que denunciara em passado recente.

O que tem sido visto nos governos do PT, bem como dos demais partidos, é um
tal de “maracutaia” pra cá, desvio de verbas prá lá, mensalão do partido X, mensalão do partido Y, favorecimento de amigos, e às vezes até de inimigos, pois na política partidária, o inimigo de hoje, poderá ser o amigo de amanhã, e como ninguém tem bola de cristal, o pais vai sendo tocado como se ele fosse um grande e lucrativo negócio, para alguns.

A roubalheira no Ministério dos Transporte, penalizada pela Presidente com demissões e afastamentos; deve ser a ponta do fio do novelo, que se puxado, deixará visível outros partidos e pessoas, a serem incluídos nessa operação de lesa pátria, além do PR. Precisamos denunciar, punir, até que desestimulados desses procedimentos vis, haja mudança no tecido social brasileiro, provocado pela educação, clamor público, pela ação das igrejas e movimentos sociais, da atuação vigorosa do Ministério Público e de homens e mulheres de boa vontade , que ainda acreditem numa terra sem males.

Os oportunistas de sempre, incrustrados na máquina pública e privada, desviam o dinheiro da merenda das escolas, fazem desaparecer o dinheiro da reconstrução das cidades atingidas pelas recentes enchentes, que mantém os paliativos da seca nordestina como receita certa para o desvio repetitivo; homens e mulheres que lavam dinheiro nos esportes, nos pequenos e grandes negócios, e tem interesse de descobrir nichos inocentes de onde poderão continuar manipulando, em detrimento do interesse público. Eu sei que a Copa do Mundo e a Olimpíada, funcionam às vezes como anestesiadores da impunidade, mas seriam bom, que apesar das festas que se aproximam, a faxina presidencial não parasse, até que o último corrupto mudasse de procedimento; para o bem do Brasil, e para que haja esperança para as novas gerações !

Rev. José Magalhães Furtado

Eu Fui ao 19 Concilio Geral da Igreja Metodista !

Rev. José Magalhães Furtado

Realizado na rodovia L2 Sul, Brasília, na Igreja Metodista da Asa Sul, o 19 Concilio Geral da Igreja Metodista, aconteceu dos dias 9 à 17 de julho de 2011, tendo sido constituído por cento e sessenta delegados oriundos das seis Regiões Eclesiásticas e das duas Regiões Missionárias; presidido pelo Bispo João Carlos Lopes, e no sistema de rodízio em alguns momentos, pelos demais bispos.

A cada cinco anos de forma ordinária, acontece o Concilio Geral, que é a maior instância da Igreja Metodista brasileira, com a finalidade de discutir a Missão da igreja para o qüinqüênio; receber, avaliar e homologar relatórios diversos; eleger e homologar a designação dos bispos e bispa eleitos e de cargos e funções da esfera geral da igreja ; decidir sobre matérias encaminhadas de ordem administrativa, econômica financeira e patrimonial, questões encaminhadas pelo Colégio Episcopal e Cogeam; legislar para a Igreja Metodista; criar, desdobrar ou reagrupar regiões, entre outras atribuições.

Por trezentos dias, os metodistas brasileiros intercederam a Deus pelo 19 Concilio Geral, individualmente, nas igrejas, distritos, em vigílias; como um clamor pela intervenção Divina nesse conclave nacional de suma importância para todos. Deus estendeu a sua misericórdia sobre nós, e o que era impossível aconteceu, unidade, boa vontade de ouvir o outro, inusitadas parcerias, e o desejo de atingir o Brasil com a mensagem e a presença Metodista.

Os Bispos Presidentes das Regiões foram re-eleitos e designados para as Regiões onde já estavam, com exceção do Bispo Adriel Maia da Terceira Região Eclesiástica que pediu a aposentadoria; tendo o presbítero José Carlos Perez sido eleito bispo, sendo designado para a Terceira Região Eclesiástica, para o exercício 2006 – 2011.

Entre as demais eleições, tivemos a da Cogeam, que ficou assim constituída:
Giselma e Deise, Clemir e Yara, Cristiane e Saparoli, Hideíde e Elias, Adonias e Recildo, João Carlos e Eric, Marisa e Silas.

Os mandatos episcopais e Concilio Geral foram mantidos em cinco anos, os períodos dos Concílios Regionais a cada dois anos, já o Concilio Local será realizado uma vez por ano ordinariamente e extraordinariamente quantas vezes for preciso.

As eleições episcopais serão iniciadas nas igrejas locais, a seguir nos distritos, a partir daí na região e os três nomes mais votados serão encaminhados para a eleição no Concilio Geral, junto com o nome do bispo da região, caso manifeste o interesse de continuar no episcopado ativo.

Aprovou-se diversas propostas:

19º Concílio Geral aprova meta missionária arrojada: tornar cada estado brasileiro numa região eclesiática nos próximos 17 anos

O documentoa abaixo, aprovado por UNANIMIDADE, pelo plenário do Concílio Geral nasceu como fruto de oração, conciliação entre as dlegações regionais e um desafio de Deus para nós

Foi aprovado por unanimidade pelo 19º Concílio Geral a proposta abaixo:

1) Que seja aprovada a meta missionária de que cada Estado venha ser no mínimo uma Região Eclesiástica.

2) Que tenhamos Estados Missionários. Seriam os que ainda não possuem condições de auto-governo e de auto-sustento.

3) Que parcerias missionárias sejam firmadas entre as atuais Regiões Eclesiásticas e missionárias, Distritos e Igrejas Locais, visando formar novas Regiões Eclesiásticas;

4) Que no próximo Período Eclesiástico, todas as Regiões, Distritos e Igrejas Locais priorizem em seus Planos de Avanço Missionário a plantação de Igrejas em cidades, sem a presença Metodista, que sejam estratégicas, definidas pelas parcerias. Formando uma conexidade missionária entre regiões, distritos e Igrejas Locais em todo Brasil.

5) Que as atuais regiões eclesiásticas e missionárias definam até o fim de 2012, dentro deste processo, as cidades estratégicas para expansão missionária e parcerias missionárias, definindo, inclusive, um cronograma para plantação de igrejas nelas.

6) Que o Colégio Episcopal e COGEAM apresentem até fins de 2013 um Plano Missionário Estratégico para os próximos 15 anos visando a criação de regiões eclesiásticas, bem como as estratégias para a promoção, execução e acompanhamento das parcerias entre as atuais regiões eclesiásticas e missionárias.

7) Que as metas abaixo sejam priorizadas por todos no próximo período eclesiástico:
a. A 5ª e 4ª RE’s trabalhem em parceria para consolidar Minas Gerais como uma Região Eclesiástica;
b. A 2ª e 6ª RE’s trabalhem em parceria para que o Estado de Santa Catarina venha ser uma Região Eclesiástica;
c. A 6ª e 5ª RE’s trabalhem em parceria para que o Estado do Mato Grosso do Sul venha ser uma Região Eclesiástica;
d. A 3ª e 5ª RE’s trabalhem em parceria para promover a autonomia do interior de SP, levando-o a uma Região Eclesiástica;
e. A 1ª e 4ª RE’s trabalhem em parceria para que o Estado do Espírito Santo venha ser uma Região Eclesiástica.

8 ) Que sejam iniciadas imediatamente após o encerramento do 19° CG as discussões e encaminhamentos para a criação das novas regiões missionárias, possibilitando que os Concílios Regionais de 2011 possam apreciar a matéria. Tendo até fins de 2012 o prazo para definição e implantação do Plano de parceria das novas regiões missionárias.

9) Que até o 20° CG haja uma proposta do Colégio Episcopal e COGEAM discutida com as atuais regiões eclesiásticas e missionárias sobre o modelo de governo da Igreja Metodista que atenda a criação de no mínimo 26 regiões eclesiásticas e missionárias.

10) A gestão administrativa dos estados missionários ficará sob a responsabilidade das Regiões Eclesiásticas parceiras nos estados missionários. O Plano de Parceira estabelecerá a designação de um Superintendente Missionário para as novas regiões missionárias;

11) Que as Regiões Eclesiásticas continuem suas parcerias com as Regiões Missionárias do Amazonas e do Nordeste ate que elas se tornem Regiões Eclesiásticas autônomas ou seus Estados Missionários venham ser Estados Regiões, conforme a presente proposta.

12) Que as COREAM’s ou seus representantes, com os seus respectivos Secretários/as Regionais de Expansão Missionárias trabalhem um Plano Estratégico Nacional na perspectiva de 15 anos, porém caminhando por períodos eclesiásticos firmando as parcerias, estabelecendo metas a serem cumpridas e definindo os passos que precisam ser dados.

13) Que seja formado um Fundo Missionário Nacional, visando ter recursos para Reuniões de Planejamentos, Capacitação e Manutenção e envio de Missionário, a ser regulamentado.

14) Que, em todos os cursos de formação de pastores/as, missionários/as, evangelistas, seja ampliado o conteúdo Missionário e de plantação de Igrejas, com carga horária maior e preferencialmente com ministrantes metodistas, frutíferos e experientes.

15) Que sejam estimuladas outras parcerias missionárias entre todas as atuais regiões eclesiásticas e missionárias, envolvendo também distritos, igrejas locais.
Justificativa:

a) Há um ditado que diz: A União faz a força. Se o povo metodista unir suas forças e firmar sua visão missionária, não temos duvidas de que faremos uma grande colheita de novos discípulos/as para a glória de Deus.

b) Considerando que há um grande interesse da Igreja Nacional por ajustes geográficos a partir de algumas realidades regionais;

c) Considerando que em toda a história de nossa presença no Brasil, somos em torno de 200 mil Metodistas, portanto temos uma dívida missionária para com nosso país;

d) Considerando que a sugestão de proposta encaminhada pela COGEAM às COREAM’s regionais teve um retorno positivo quanto à idéia de mudança, não aprovando a sugestão em si;

e) Considerando que em curto prazo seria impossível propor mudanças reais, dadas as implicações envolvidas como os regionalismos, questões econômicas, sócio/políticas, afetivas, transferências de obreiros e a própria sustentabilidade;

f) Considerando que as regiões missionárias estão bem focadas em seus respectivos planejamentos de auto-governo e auto-sustentabilidade e alterar este quadro seria desmantelar sonhos e frustrar projetos;

g) Considerando as perspectivas de um olhar para 15 anos à frente na caminhada missionária e no crescimento integral da Igreja Metodista;

h) Considerando que a nossa maior motivação é obediência Missionária ao Deus Missionário.

Concílio Geral aprova proposta de autonomia da Remne

A Remne é a Região Missionária do Nordeste, integrada por 9 estados, da Bahia ao Maranhão

O plano de Autonomia da Remne deverá ser adequado ao plano Estratégico Missionário da Igreja para os próximos 17 anos, o qual tem por meta missionária a transformação de cada estado brasileiro numa região eclesiástica.

Leia matéria no site da área nacional da Igreja sobre a proposta de emancipação da RENME:

19º Concílio Geral aprova novas regras para representatividade nos Concílios Regionais e Gerais

Como não se conseguiu uma f´romula para diminuir número de membros do Concílio da I Região, buscou a justiça de aumentar representatividade leiga

O 19º Concílio Geral tentou de todas as formas ajudar solidariamente à I Região Elesiática que tem seu Concílio Regional com quase 1000 pessoas, infelizmente sem encontrar nenhuma solução que não ferisse direitos dos presbíteros ou a Constituição da Igreja.

Diante disso, o Bispo Paulo Lockmann e os 58 membros da delegação da I Região foram ousados e garantiram ao menos justiça para a representação leiga nos Concílios Regionais, com amplo apoio das demais delegações regionais, ou seja, do 19º Concílio Regional.

Assim, se não conseguimos diminuir o número de membros do Concílio tornando-o mais enxuto e barato, pelo menos conseguimos garantir algo que se aproxima da “paridade” entre clérigos(as) e leigos(as).

A regra de um delegado(a) leigo para cada 500 membros arrolados nas Igrejas locais da Região foi mantida para as regiões eclesiáticas e missionárias com até 50.000 membros, mas para Regiões Eclesiásticas a partir de 50.001 a regra mudou, passando a ser de 1 delegado leigo(a) para cada 300 membros.

O Concílio da I Região será maior do que já é hoje, mas ao menos garantimos uma justiça em relação à representatividade leiga.

Essa regra já deverá valer para o próximo Concílio Regional maqrcado para acontecer no final do ano.

COMISSÃO DE LEGISLAÇÃO:

Livingstone dos Santos (leigo, 1ª RE);

Mara Aparecida de Freitas (clériga, 2ª RE)

Luiz Roberto Saparolli (leigo, 3ª RE);

Débora Blunk Silveira (clérigo, 4ª RE);

Gustavo Jacques Dias Alvim (leigo, 5ª RE);

Renato de Oliveira (leigo, 6ª RE);

CONSELHO FISCAL:

Josué Augusto da Silva (1ª RE);

José Maria Batista (6ª RE);

Paulo Damas de Souza (3ª RE);

COMISSÃO GERAL DE CONSTITUIÇÃO E JUSTIÇA:

Ananias Lúcio da Silva (1ª RE);

Paula Nascimento e Silva (2ª RE);

Gladys Barbosa Gama (3ª RE);

Sérgio Paulo Martins da Costa (4ª RE);

Paulo da Silva Costa (5ª RE);

Eni Domingues (6ª RE);

Luis Fernando Carvalho Moraes (Remne);

José Erasmo Alves de Melo (Rema);

Delegados aprovam nova regra para representatividade nos Concílios Gerais

Os delegados do Concílio Geral aprovaram na sessão de hoje, 16, uma proposta que prevê nova regra para a representatividade das Regiões Eclesiásticas e Missionárias nos Concílios Gerais.

A proposta foi discutida por um Grupo de Trabalho composto por membros de todas as delegações. A partir de agora, o número de delegados para participação no Concílio Geral será:

a) 50% das vagas são distribuídas pelas Regiões Eclesiásticas e Missionárias em quotas iguais;

b) 50% das demais vagas são distribuídas pelas Regiões Eclesiásticas e Missionárias na mesma proporção dos membros de cada Região em relação ao número total de membros da Igreja.

Para aplicação dos itens acima deverá será observado:

c) O número de delegados ao Concílio Geral será de 1 delegado para cada 1000 membros de Igreja, de acordo com os róis apresentados nos Concílios Regionais que o antecedem;

d) O número de membros do Concílio Geral apurado na forma da Letra “c”, deve ser múltiplo do número de Regiões, para se evitar frações e arredondamentos.
Para Achile Alesina, delegado leigo da 5ª Região e líder do Grupo de Trabalho, a decisão preserva o princípio conciliar, garate representatividade à todas as Regiões e fomenta o estímulo de crescimento de todas as Regiões. “É uma decisão importante porque preserva o crescimento da Igreja, mas, faz de uma forma democrática, para que todas as Regiões tenham representatividade nas discussões gerais”, explica.

Outras propostas aprovadas:

Regulamentada a categoria de Missionário clérigo e leigo.

Que seja o Bispo o único responsável pela nomeação dos Sup. Distritais(Fim da lista tríplice).

A extinção da Comissão de Indicação em todos os níveis.

Que cesse a concessão do título Bispo Honorário.

Que o Colégio Episcopal seja composto somente pelos Bispos e Bispa eleitos.

Ação de improbidade contra quem lesar a Igreja Metodista ou o superior responsável que se omitir em fazer aplicar as punições cabíveis.

Homologada a regulamentação da Ordem Presbiteral

A harmonização dos artigos 163.4 e 235.4 dos Cânones

Retirou-se também algumas propostas:

Retirada pelos proponentes, a discussão sobre a revogação da decisão sobre o Ecumenismo, tomada no 18 Concilio Geral.

Retirada proposta para que a Igreja local retivesse a cota previdenciária dos pastores(as)

Debatidas todas as propostas consideradas vitais pelas Regiões, as demais propostas não discutidas, ficarão sobre a mesa, afim de que o Colégio Episcopal e a Cogeam, manifestem-se sobre elas, informando aos delegados e delegadas do 19º Concilio Geral, os desdobramentos e conclusões até o final de 2011.

Com a designação dos bispos(a), oração intercessória, o Bispo Presidente do 19º Concilio Geral, declarou-o encerrado, na manhã de 17.07.2011

Fontes utilizadas:

Notas das sessões de Concilio

Site da Igreja Metodista de Vila Isabel

Site Nacional da Igreja Metodista

Escolhas preocupantes

Rev. José Magalhães Furtado

Disse Abrão a Ló: Não haja contenda entre mim e ti, e entre os meus pastores e os teus pastores, porque somos parentes chegados… Se fores para a direita, irei para a esquerda. Então Ló escolheu para si a campina do Jordão (Sodoma). Gn 13 8 – 10 (parte)

Vivendo o ser humano em sociedade, bem cedo percebeu da necessidade de ter bom relacionamento, dentro e fora da família. Aprendeu também que teria que fazer escolhas, com a maior possibilidades se acertos possíveis. Escolhas matrimoniais equivocadas, produzem resultados decepcionantes; escolhas profissionais erradas podem levar o profissional ou a sua empresa ao descrédito ou a falência.

Escolhas de estilo de vida em desacordo com a palavra de Deus,vão gerar infelicidade. A questão então é valorizar a escolha certada, e ajudar ao maior número de pessoas, a terem princípios orientadores para fazer a escolha certa.

Abrão e Ló eram parentes, o tio ajudara ao sobrinho a prosperar; o sobrinho aprendera com o tio, a difícil arte de comprar e vender. Ló assumira como sua a fé professada pelo tio, bem como o Deus que aparecera a Abrão e lhe fizera promessas. Optou por seguir a mesma visão espiritual que Deus concedera a Abrão; mas agora o relacionamento se tornara insuportável, porque os pastores de Ló e os de seu tio brigavam entre si sem cessar.

Cada pastor de ovelha achava que o seu senhor era o mais sábio, o mais hábil, o mais justo e o maior negociante do mundo. A solução encontrada fora a separação, com todos os ingredientes e inconvenientes de fragilizar ambos os grupos, diante dos verdadeiros inimigos comuns; de demonstrar a incapacidade de darem as mãos e serem unidos, de confirmar que a parte é e será mais frágil que o todo.

Enfim, decidiram pela separação, a regra radical: Se fores para o norte eu irei para o sul, em outras palavras, nunca mais nos encontraremos! Ló escolhera as campinas verdejantes, escolhera sem análise razoável,escolhera emocionalmente, escolhera precipidadamente.

Não se importara com quem seriam os seus vizinhos, seriam eles de paz: A escolha o aproximaria de Deus ou o afastaria Dele: A escolha resolveria os problemas do momento, mas seria útil para o futuro:

O jovem Ló descobrira tarde, que os homens de Sodoma eram maus e grandes pecadores contra o Senhor(Gn 13,13), mas agora era tarde, a sua escolha ocasionaria a sua prisão e a dependência de libertação da parte de Abrão.

A escolha que Abrão fizera, o fez prosperar ainda mais, e garantira da parte de Deus a aliança de dar a Abrão “a terra que manava leite e mel”. O nosso presente e futuro, dependerão das escolhas que fizermos e das que estamos fazendo diariamente, e às vezes sem nenhum cuidado ou responsabilidade. Cuidado com as suas escolhas !

Rev. José Magalhães Furtado

Gente que faz a diferença

Rev. José Magalhães Furtado

“Obedecemos, pois, à voz de Jonadabe, filho de Recabe, nosso pai, em tudo quanto nos ordenou; de maneira que não bebemos vinho em todos os nossos dias, nem nós, nem nossas mulheres, nem nossos filhos, nem nossas filhas.” Jr 35.8

Os Recabitas, eram originários dos Queneus, e de Jonadabe. Quando Jeú os convida em 2Rs 10.15-24, para testemunharem o aniquilamento dos adoradores de Baal, esse povo nômade , fugitivos dos Caldeus, são usados por Deus como modelos de fidelidade e obediência, que não era encontrada em Israel.

Por duzentos e cinqüenta anos, obedecendo a ordem de seu antepassado, não bebiam vinho,não edificavam casa, não faziam sementeira, não plantavam e não tinham vinha. Não tiveram interesse de atualizar a ordem de seu antepassado, nem a contextualizaram; simplesmente obedeceram, sem perguntar pela relevância de uma palavra num contexto tão distante. Não discutiram, obedeceram; as novas gerações desse pequeno povo, da mesma maneira obedeciam, sem questionar.

Testados por Jeremias nas câmaras do templo, repetiram sem constrangimento: “Não bebemos vinho”. Não estavam preocupados com o costume judaico de beber vinho, nem com o julgamento que o profeta poderia fazer deles, não ficaram temerosos de que seu gesto de recusar celebrar a aliança com o vinho, pudesse causar um mal estar nas relações, mantiveram-se coerentes com a sua tradição, com o legado que receberam de seus antepassados; preferiram ser fiéis e obedecer o ancestral.

Deus usa esse exemplo, e manda o profeta dizer ao povo de Israel, que os Recabitas obedeciam a uma ordem dada a pelo menos duzentos e cinqüenta anos, enquanto Deus falava todo o dia, e o seu povo não obedecia.

Jesus propõe um novo pacto, uma nova aliança a homens e mulheres, inclusive aos do nosso tempo: “Se permanecerdes na minha palavra, sois verdadeiramente meus discípulos; conhecereis a verdade e a verdade vos libertará”. João 8.31-32 Jesus insiste em que se faça discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo, ensinando-os a guardar todas as coisas, que nos tem sido ensinado, e Ele estaria conosco todos os dias, até a consumação dos séculos.

Um novo pacto de fidelidade total e obediência a Deus pode ser possível :

Ninguém acima de Deus
Nada mais importante que sua palavra
Nenhuma vontade maior,

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que a do Senhor Jesus
Nada mais relevante que fazer discípulos e ensiná-los
Nenhuma alegria maior do que ver Deus intervir na nossa limitada existência
Nenhuma prazer maior que o da salvação
Nenhum premio maior que:combater o bom combate, acabar a carreira e guardar a fé!

Amém!

Rev. José Magalhães Furtado